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CRÍTICA | 007 – SEM TEMPO PARA MORRER

CRÍTICA | 007 – SEM TEMPO PARA MORRER

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Em 007 - Sem Tempo Para Morrer, depois de sair do serviço ativo da MI6, James Bond (Daniel Craig) vive tranquilamente na Jamaica, mas como nem tudo dura pouco, a vida do espião 007 é agitada mais uma vez. Felix Leiter (Jeffrey Wright) é um velho amigo da CIA que procura o inglês para um pequeno favor de ajudá-lo em uma missão secreta. O que era pra ser apenas uma missão de resgate de um…
Originalmente programado para ser lançado em abril de 2020, Sem Tempo Para Morrer foi adiado por um ano e meio devido à pandemia de COVID-19. Antes disso, o filme enfrentou atrasos nos bastidores depois que Danny Boyle, que foi escolhido para co-escrever e dirigir o filme, deixou a produção no final de 2018. O caminho para um lançamento nos cinemas foi um pouco difícil, mas agora dirigido por Cary Joji Fukunaga o último filme com Daniel Craig como Bond está repleta de ação fantásticas, com uma meio um pouco confuso e final corajoso.
O primeiro ato filme é algo realmente muito bem feito, o diretor Cary Fukunaga traz momentos de tensão muito grande, fazendo até mesmo referencias a filmes de terror, particularmente este momento do filme é melhor parte. O tempo está sempre correndo no filme isso faz com as cenas de suspense fiquem realmente muito tensas. O terceiro ato do filme é muito corajoso colocando Bond em situações muito difíceis com ação muito boa e tendo um fechamento incrivelmente corajoso.
O filme começa e termina muito bem, o seu maior problema está no meio. Quando o filme parte para o desenvolvimento do vilão Safin, interpretado por Rami Malek, é quando ele se perde um pouco, por mais que o ator entregue uma atuação incrível, o personagem é mal escrito, tem os planos meio que sem um grande proposito, apesar de uma vingança apresentada no começo filme que já é resolvida ali mesmo, isso faz com o personagem não tenha uma construção adequada.

Sem Tempo Para Morrer parece uma carta de amor para os fãs 007 com Craig, trazendo novos personagens que deixam uma marca boa, já outros nem tanto, ao mesmo tempo em que encerram as histórias de Bond de maneira corajosa. A ação, as subtramas pessoais e o ritmo geralmente bom manterão o público bem ligados, com o final do filme sendo um assunto que os fãs da franquia falarão por algum tempo.
 
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